‎"O importante é que cada um possa deslumbrar-se com a história que o outro tem para contar."
Joana Cavalcanti

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Poemas completos.

Eu e minha companheira (marca-texto), finalizamos (no bom sentido da palavra) Caeiro neste último final de semana.
Não preciso comentar muito, porque os meus preferidos já dizem tudo!

"Passou a diligência pela estrada, e foi-se;
E a estrada Não ficou mais bela, nem sequer mais feia.
Assim é a ação humana pelo mundo fora.
Nada tiramos e nada pomos; passamos e esquecemos;
E o sol é sempre pontual todos os dias."

"Passa, ave, passa, e ensina-me a passar!"

"Tristes das almas humanas, que põem tudo em ordem,
Que traçam linhas de cousa a cousa,
Que põem letreiros com nomes nas árvores absolutamente reais,
E desenham paralelos de latitude e longitude
Sobre a própria terra inocente e mais verde e florida do que isso!"

"Procuro encostar as palavras à idéia
E não precisar dum corredor
Do pensamento para as palavras"

Eis o meu preferido!:

"Procuro despir-me do que aprendi,
Procuro esquecer-me do modo de lembrar que me ensinaram,
E raspar a tinta com que me pintaram os sentidos,
Desencaixotar as minhas emoções verdadeiras,
Desembrulhar-me e ser eu..."


"Isto sinto e isto escrevo..."


"Ora acertando com o que quero dizer, ora errando,
Caindo aqui, levantando-me acolá,
Mas indo sempre no meu caminho como um cego teimoso."


"Que todos andam a achar e que não acham,
E que só eu, porque a não fui achar, achei."

"Basta existir para ser completo."


"Não desejei senão estar ao sol ou à chuva-
Ao sol quando havia sol
E à chuva quanto estava chocvendo..."


"Nunca tive um desejo que não pudesse realizar, porque nunca ceguei."


"Ai de ti e de todos que levam a vida
A querer inventar a máquina de fazer felicidade!"


"Ser real quer dizer estar dentro de mim."


"Pouco me importa.
Pouco me importa o quê? Não sei: pouco me importa."


"...que não sei se é fome de comer,
Ou se é só fome da sobremesa alheia...
...Que feliz deve ser quem pode pensar na infelicidade dos outros!
Que estúpido se não sabe que a infelicidade dos outros é dele..."


"Durmo com a mesma razão com que acordo
E é no intervalo que existo."


"Não sei o que é conhecer-me. Não vejo para dentro.
Não acredito que eu exista por detrás de mim."


"Mas eu não quero o presente, quero a realidade;
Quero as cousas que existem, não o tempo que as mede."


"Perdi-me dentro de mim / Porque eu era labirinto, / E hoje, quando me sinto, / É com saudades de mim (Dispersão)."


"...a base da arte é a sensação."


"Diferente de tudo, como tudo."


"...transbordei, não fiz senão extravasar-me..."




quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Committed again!


Estou tentando mais uma vez, ler Committed.
Não sei o que acontece, mas não consigo terminar esse livro! Já parei e voltei umas três vezes.
Talvez pela preguiça que tem me dominado por conta da correria do trabalho e faculdade...perhaps, perhaps, perhaps...


domingo, 18 de setembro de 2011

O garoto no convés

Super fofo! Do mesmo autor de "O menino do pijama listrado".

  • Nessa combinação emocionante de aventura náutica, relato histórico e romance de formação, o famoso motim do navio inglês HMS Bounty no século XVIII é narrado do ponto de vista de um garoto órfão que embarca de última hora como criado do capitão.

    Em abril de 1789, semanas após concluir no Taiti uma curiosa missão com fins botânicos - coletar mudas de fruta-pão para alimentar os escravos nas colônias inglesas -, o navio de guerra britânico HMS Bounty foi palco de uma revolta de parte da tripulação contra o capitão William Bligh, que acabou deixado à própria sorte em um bote em alto-mar junto com os marinheiros ainda fiéis a seu comando. Sem provisões e instrumentos de navegação adequados, o grupo enfrentou 48 dias de duras provações até alcançar a costa do Timor. O episódio inspirou numerosos livros e filmes.
    Neste livro, a história da expedição é narrada do ponto de vista de John Jacob Turnstile, um garoto de Porstmouth, sul da Inglaterra, que sofre abusos de toda sorte, inclusive sexuais, no orfanato e pratica pequenos furtos nas ruas da cidade. Detido pela polícia após roubar um relógio, é salvo pela própria vítima do roubo quando esta lhe faz uma proposta: em vez de ficar encarcerado, embarcaria no HMS Bounty para passar pelo menos dezoito meses como criado particular do respeitado capitão Bligh. Turnstile aceita a barganha, planejando fugir na primeira oportunidade. Mas a rígida disciplina da vida no mar e uma relação cada vez mais leal com o capitão transformarão sua vida para sempre. É pela voz desse adolescente insolente e sagaz, mas ao mesmo tempo frágil e ingênuo, que o leitor acompanhará uma viagem repleta de intrigas, tempestades instransponíveis, cenários exóticos e lições de lealdade, paixão e sobrevivência.
    O autor acrescenta novos dados e interpretações a uma história até hoje misteriosa. Sugere, por exemplo, que a receptividade sexual das nativas do Taiti pode estar na origem da insatisfação que resultou no motim. Seduzidos - ou, no caso de Turnstile, iniciados - por elas, os marujos teriam considerado intolerável a idéia de retornar para casa, o que os colocou em linha de colisão com o capitão.
    Numa prosa instigante e bem-humorada, que torna esse um romance difícil de largar, John Boyne confirma as qualidades que fizeram de O menino do pijama listrado um sucesso no mundo inteiro.

    Tradução: Luiz A. de Araújo
    Editora: Companhia das Letras

  • Autor: JOHN BOYNE
  • ISBN: 9788535915051
  • Origem: Nacional
  • Ano: 2009
  • Edição: 1
  • Número de páginas: 496
  • Acabamento: Brochura
  • Formato: Médio

sábado, 29 de janeiro de 2011

O doce veneno do escorpião

Bom, terminei de ler ontem "Nosso lar" e hoje comecei a ler "O doce veneno do escorpião" da Bruna Surfistinha.
O livro é pequeno e dá para ler em um dia. Não tem um conteúdo que muito se aproveite, mas é bom um besteirol de vez em quando.

O duro é o pulo do ensinamento profundo do espiritismo, para o perverso instinto sexual de uma prostituta. Fui do céu ao inferno em um dia. Hehehe

ISBN: 8576950170
ISBN-13: 9788576950172
Livro em português
Brochura
1ª Edição - 2005

172 pág



sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Nosso lar

Ontem terminei de ler “Nosso lar”.

Confesso que achei a leitura difícil e um pouco maçante. A linguagem é antiga, mas o livro em si é bom.

Alguns dizem que quando você não consegue ler o livro em um determinado momento, é porque não está preparada para aquele livro. Talvez em algum outro momento, o livro me chame mais a atenção.

Em geral, gostei e depois da metade achei-o mais envolvente. A mensagem do livro é boa, oferece uma visão de como seria a o lugar tão esperado e desejado, após a passagem pelo umbral. Muitos são os ensinamentos e o livro nos faz refletir algumas situações e ações do dia a dia.

Vale a pena!

Até!

Lições que a vida oferece


Há algum tempo li “Lições que a vida oferece”, mas acabei não postando logo. O livro é demais. A história é boa e o tema é muito massa! Muita ênfase no tema materialismo e ganância. E também nos ensinamentos do espiritismo.
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Rafael é um jovem engenheiro e possui dois irmãos: Caio e Jorge. Filhos do milionário Paulo, dono de uma grande construtora, e de dona Augusta, os três sofrem de um mesmo mal: a indiferença e o descaso dos pais, apesar da riqueza e da vida abastada. Nesse clima de desamor e carência afetiva, cada um deles busca aventuras fora de casa e, em diferentes momentos, envolvem-se com drogas, festinhas, homossexualismo e até um sequestro. Mas a espiritualidade está atenta e acompanha o enredo de todos. Rafael conhece e apaixona-se por Daniela, moça humilde, de boa formação e espírita. A partir daí, Rafael educa sua própria mediunidade e aí vida do jovem casal dará muitas voltas, sempre acompanhados por Lucas e Fabiana, seus mentores na espiritualidade. Em lições que a vida oferece, o espírito Schellida, por intermédio da psicografia de Eliana Machado Coelho, mais uma vez ensina-nos que a verdade maior da vida espiritual liberta-nos de quaisquer vícios ou dificuldades, sejam eles ligados ao materialismo, à ganância ou á luxúria. A vida equilibrada é consequência natural do caminho do bem.


Vale ler!

Bjs,

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Desenvolvimento sustentável, que bicho é esse?

Por causa de um trabalho da faculdade para este semestre, tive que parar de ler "Commited" e começar a ler um livro sobre o tema proposto: sustentabilidade.
Há algum tempo vinha escutando muito sobre o assunto, tinha idéia do que seria, mas nunca me aprofundado.
Bom, comecei a procurar na internet algum livro que tivesse uma linguagem fácil, até porque o tema é bem complexo, ainda mais quando o foco é a questão empresarial.
Procurei na Saraiva e acabei arriscando no livro "Desenvolvimento sustentável, que bicho é esse?" de José Eli da Veiga e Lia Zatz. E não é que acertei?
O livro é super objetivo e fácil de ler. Trata o assunto de maneira simples, dando exemplos com fatos históricos. Os autores ressaltam a importância do consumidor na tomada de decisões da empresa por aderir a questão ambiental como fato primordial de qualidade.
José Eli da Veiga é professor e pesquisador, o desenvolvimento sustentável está no centro de suas preocupação há quase quarenta anos.
Lia Zatz é escritora de livros infantis e juvenis. Além de se dedicar à literatura infantil e juvenil, trabalho em projetos de incentivo a leitura.
"Taí" a união do útil ao agradável!
Fica aí a dica para quem quer entender um pouquinho mais do assunto. O livro é básico e serve como introdução ao assunto.
Até!